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Roteiro da nossa Road Trip pelo Uruguai

Você já pensou em fazer uma Road Trip pelo Uruguai? Vai por mim, você não vai se arrepender. O Uruguai foi o primeiro país da nossa Expedição e não poderíamos ter começado melhor. Ficamos 15 dias e tranquilamente daria para ficar um mês explorando nosso país vizinho. Chegamos ao final de fevereiro no país e pegamos um clima perfeito para aproveitarmos várias praias.

Já compartilhamos aqui no Blog vários posts com dicas das cidades, então nesse vou passar o itinerário que fizemos 😉 Confere aí.

Nossa Roteiro

1º Chuy – Fronteira com Chui (Brasil)

Fronteira do Uruguai por Chuí

2º Parque Santa Teresa – Rocha

O imperdível Parque Santa Teresa!

25 Dicas para aproveitar o Parque Santa Teresa!! O melhor do Uruguai

3º Punta del Diablo – Rocha

Punta del Diablo e os cachorros mais fofos do Uruguai

4º Cabo Polonio

A magia de Cabo Polonio

5º La Paloma

La Paloma e suas lindas praias!!

6º Punta del Este

Roteiro Completo de Punta del Este!!

7º Punta Ballena

Casapueblo no Uruguai vale a pena ir?

8º Montevideo

Roteiro Completo por Montevideo!

Principais Atrações de Montevideo

9º Colônia del Sacramento

Colonia del Sacramento – A cidade mais charmosa do Uruguai

10º  Carmelo

11º Fray Bentos – Fronteira com Gualeguaychú (Argentina)

Locais que ficaram para uma próxima viagem:

  • Aguas Dulces
  • Barra de Valizas
  • La Pedreira
  • José Ignacio
  • Piriápolis

Confira os vídeos da nossa passagem pelo Uruguai 😉 

 

Super indicamos o Uruguai, é um país encantador!

 

Seguro Viagem: América do Sul
AC 35 Inter Assistência médica USD 35.000 Bagagem extraviada USD 1.200 R$ 15/dia*
AT 40 INTER Assistência médica USD 40.000 Bagagem extraviada USD 1.500 R$ 11/dia*
AT 60 INTER Assistência médica USD 60.000 Bagagem extraviada USD 1.500 R$ 20/dia*

Conhece o Uruguai? Deixamos algum lugar especial de fora? Comente com a gente.

 

Beijos.

Ju & Marcel

 

 

 

 

 

 

 

Principais Atrações de Montevideo

Montevideo é uma capital cheia de atrativos, para todos os gostos e roteiros. Selecionamos as principais atrações da capital uruguaia para você conhecer e montar o seu roteiro ideal. 😉

Teatro Solis

O charmoso e mais importante Teatro do País, o Teatro Solís foi inaugurado em 1856 e já recebeu muitos nomes importantes do Uruguai. O teatro possui uma visita guiada que mostra todos os detalhes de sua estrutura ligeiramente elíptica, suas origens e a nova sala de teatro moderno. Além disso, recomendo dar uma olhada no site do teatro, pois em alguns dias possui espetáculos com preços especiais.

Mercado do Porto

Um dos meus lugares favoritos de Montevideo, justamente porque além do magnífico cheiro de parrilla, lá é possível presenciar a cultura Uruguaia muito forte. O mercado do Porto é um galpão grande que possuí várias opções de restaurante e algumas lojinhas de lembrancinhas e artesanato. O passeio até lá já é legal, você vem pela rua Sarandi vendo as barraquinhas e se der sorte como a gente pode até presenciar uma apresentação de tango na frente do mercado.

No mercado é comum as grandes parrileiras uruguaias, que mais me parecem uma vitrine de carnes, linguiças e morcillas com poucos legumes, tudo feito na parrilla. O cheiro é incrível e não tem como não babar com a visão. A maioria dos restaurantes possuem a opção de comer no balcão ou na mesa. Os principais cortes uruguaios são o Chorizo, o Bife de Tira e a costela bovina que derrete na boca. Sinceramente acho que não tem como errar no pedido!

 

Livraria Más Puro Verso

Más Puro Verso, é uma livraria charmosa próxima a porta da cidadela no bairro histórico, possui uma arquitetura clássica elegante com uma linda escada, várias opções de livros e um longe gostoso para tomar um café apreciando um bom livro. É um espaço legal para conhecer se assim como eu você adora livrarias.

Praça Independência

A praça da independência é principal praça da cidade, em volta a praça há vários prédios federais e grandes corporações, no meio da praça está a estatua e o mausoléu do General Artigas, um herói nacional. Próximo a praça também está o famoso Teatro Solis e a Porta da Cidadela que separa a Cidade Velha da área central. É em volta da praça que fica o Palácio Salvo, o mais icônico de Montevideo, o prédio já foi levou o título de mais alto da América do Sul por vários anos, e continua charmoso com uma arquitetura admirável.  Ao meu ver essa praça é a cara de Montevideo, eu só me sinto na capital Uruguai quando chego nela.

Mausoléu do General Artigas

O Mausoléu fica no meio na Praça Independência e passa despercebido por muitos já que sua entrada não chama atenção. Lá é possível conhecer um pouco da história do General e sua relação com o país.

Porta da Cidadela

Localizada na Praça da Independência, a porta da cidadela é proveniente de uma época em que a cidade era murada, hoje separa o bairro histórico da área central.

Avenida 18 de Julio

Avenida 18 de Julio, é a principal avenida da cidade e inicia na Praça Independência. Uma rua movimentada cheia de lojas, restaurantes e algumas praças.

Mirador De La Intendência

Um elevador panorâmico com vista para a cidade já seria o suficiente para o Mirador de la Intendência entrar na lista, mas é muito mais que isso, no terraço da Prefeitura (intendência em espanhol) encontra-se uma vista 360º para cidade e ainda referencias dos prédios e locais mais conhecidos, com informações históricas.

Rua Sarandi

A rua Sarandi que inicia da porta da cidadela leva até a belíssima Plaza de La Constituição, essa rua possui várias opções de restaurantes, lojinhas e algumas barraquinhas de livros antigos, artesanatos, peças de antiquário. Além disto, ela é um dos principais caminhos para a bela Plaza da Constituición  onde está a catedral e também caminho para o Mercado del Puerto, é uma rua que não passa carro e geralmente está sempre movimentada.

Parque Rodó

O parque Rodó é um parque muito frequentado pelos locais, tem grandes espaços gramados, umas pracinhas, uma galeria de arte a céu aberto, um charmoso lago com pedalinhos, uma ponte, caminho de palmeira… a percepção que tive quando estive nele é que é um lugar de encontrar os amigos, sentar na grama e conversar enquanto se toma um mate. Um dos extremos é próximo a Rambla e também fica próximo de um grande McDonald’s.

Pocitos

O bairro de Pocitos é um dos mais badalados da cidade, com muitas opções de lojinhas e restaurantes. O bairro é considerado por muitos viajantes como o melhor lugar para se hospedar. A rambla na frente de Pocitos é umas partes mais movimentadas de toda a Rambla, lá tem o famoso letreiro da cidade e também uma academia ao ar livre, não que eu tenha utilizado (hehe) mas no dia em que fomos havia muita gente se exercitando lá. É no bairro de Pocitos que fica também o icônico Castillo Pittamiglio, uma construção em formato de castelo que guarda os segredos do alquimista Humberto Pittamiglio.

Feira Tristan Narvaja

Feira Tristan Narvaja é uma excelente pedida se você estiver na cidade aos domingos, ela ocorre entre a famosa Avenida 18 de Julio com Tristan Narvaja, e na feira possui barracas de alimentos, vestuários, artesanato e antiguidades.

Rambla

Com mais de 22 km de calçadão ao redor do Rio da Plata, a Rambla na minha opinião é um dos melhores pontos de Montevideo, eu adoro caminhar por ela, ver com muda a cada bairro que passamos, ver as pequenas praias como Ramirez, Pocitos e Honda, os espaços gramados que reúnem o pessoal, as quadras de esporte, os monumentos, os locais ideais e convidativos para ver um pôr do sol, além do letreiro… A Rambla é viva o ano todo e acho que reflete muito o espirito desta capital aconchegante.

 Cassinos

Como não temos no Brasil, cassinos sempre atraem os brasileiros seja para conhecer, ver o local ou até para arriscar a sorte nas máquinas caças niqueis e em níveis mais profissionais nas mesas. Montevideo tem algumas opções interessantes como o tradicional e elegante Carrasco, o Radisson Victoria Plaza que fica na Praça Independência, o Maroñas que possui várias opções de jogos de máquinas e fica dentro do Montevideo Shopping e o Maroñas que fica no elegante edifício com mesmo nome. Em dúvida de qual escolher, eu começaria pelo tradicional Carrasco.

E aí, esquecemos algum lugar? Deixe nos comentários.

 

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Curanto – O prato mais típico que provamos no Chile

Em plena sexta-feira santa fomos presenteados por uma noite típica chilena, convidados pelo Armando, amigo chileno que nos acolheu junto a sua família por quase quinze dias, e que sempre terá nossa gratidão. Nesta noite, a minha empolgação foi às alturas quando pude ajudar na janta. O prato foi Curanto, um prato super típico da ilha de Chiloé, junto com Chapaleles e Pebre.

Curanto

Curanto é um prato típico da região de Chiloé, o prato tem origem indígena, tradicionalmente é feito sobre pedras quentes, em um buraco cavado no chão. O nosso não foi feito no buraco, mas foi feito com todos os ingredientes tradicionais e já foi lindo viver está experiência de provar algo tão típico e diferente da nossa gastronomia.

A base do Curanto é dos ingredientes mais abundantes do Chile, os frutos do mar como: mariscos, mexilhões ou choritos, vongôles ou almejas e também batatas, frango, carne de cerdo e chorizo, tudo é assado junto em camadas, e por incrível que pareça os sabores não se misturam.

Chapaleles

Aquela receita que não tem como ficar ruim, massa de batata recheada com queijo e cozido no vapor do Curanto. Peguei a receita e com certeza vamos fazer.

Pebre

O Pebre é como o nosso vinagrete, a mesma receita tomate, cebola, pimentão, alho regado com suco de limão espremido. Tem a versão apimentada também no qual acrescenta aji ou pimenta. Fica excelente com as Chapaleles e com o Curanto.

Esses foram os pratos principais, e estava tudo delicioso. Amei as almejas, foi a primeira vez que provei e foi amor a primeira garfada.

Aperitivos

Também tivemos uns aperitivos e foi muito interessante ver os costumes deles, foi servido bolachinhas salgadas com um molho de maionese, cebolinhas e iogurte, uma delícia.

Como esperado apreciamos alguns vinhos chilenos e também o drink tradicional, Pisco Sour  e Mango Sour. Estas últimas, são bebidas frutadas bem doces e com alto teor alcoólico, algo como nossas caipirinhas, mas não exatamente o mesmo.

Um brinde a gastronomia deliciosa do Chile com Mango Sour

A noite foi épica, provar a gastronomia local é sempre uma experiência rica. Nosso agradecimento especial ao Armando Alvarez por nos proporcionar esta grande experiência.

 

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Barra do Chuí – A praia mais ao sul do Brasil

A praia da Barra do Chuí é a praia mais ao sul do Brasil. No caminho até lá já é possível se deslumbrar com os campos de energia eólica com seus enormes aerogeradores. Quando chegamos à praia nos surpreendemos com a cor da água do mar e uma grande faixa de areia.

Pelo que vimos é normal o pessoal entrar com o carro na orla da praia, existe uma espécie de estrada no alto da faixa de areia, o que exige muita atenção de todos (motoristas e pedestres). Andando pela praia é normal ver carros com placa de Uruguai e alguns até da Argentina. O acesso a praia é gratuito e não vimos nenhum estacionamento pago. Na orla há algumas barracas vendendo bebidas e lanches, também há alguns vendedores ambulantes, mas o que mais vimos foram grupos de família e amigos sentados em roda com tradicionais cadeiras de praia e com caixas térmicas e mesinhas ao centro, conversando, rindo e aproveitando o momento.

E no final da praia ficam os molhes de Chuí, onde há o arroio Chuí, divisa natural do Brasil com o Uruguai e na frente um farol completa a paisagem, do outro lado do arroio fica a Barra del Chuy, já pertencendo ao Uruguai. Uma curiosidade é que a parte final do arroio, onde ele se encontra com o mar, se alterava constantemente, e isso gerava uma questão diplomática entre Brasil e Uruguai. Em 1978 os países decidiram delimitar o curso do arroio, resolvendo assim a questão de limites territoriais.

Quando fomos, o arroio Chuí estava com as águas verdinhas e tinha alguns pescadores jogando tarrafa no meio dele, parecia muito raso. Ficamos somente uma tarde lá, mas é o tipo de praia que certamente poderíamos ficar mais. Aliás, foi a primeira vez que colocamos a Grandonna na praia e achamos que ela combina muito bem com a paisagem.

 

iOverlander – Um dos aplicativos que mais utilizamos

O iOverlander é um dos aplicativos que mais utilizamos na viagem, com certeza foi o que mais ajudou a gente a economizar.

Quem acompanha a gente no nosso canal do YouTube Viagens Extraordinárias, viu que explicamos em um vídeo como viajamos 110 dias sem pagar hospedagem. Em uma conta   rápida, considerando um valor R$100 por dia (extremamente baixo) para hospedagem, neste período economizamos R$11.000,00.

E qual o papel do iOverlander nisso? Bom, sempre consultávamos ele para ver o que o pessoal dizia sobre o ponto que tínhamos escolhido para dormir, ou quando não tínhamos escolhido ainda procuramos os potenciais candidatos no próprio app. A escolha do lugar para dormir segue uma série de fatores além do iOverlander, mas possuir comentários positivos era determinante na escolha.

Logo do Free Camping

O aplicativo possui um grande banco de dados de viajantes que marcam e comentam no mapa lugares para dormir, campings pagos, serviços como lavanderias, mecânicos, atrações entre outros. Legal né? Mas você pode estar se perguntando o que tem de diferente de outros app como Google Maps, Maps.Me e outros apps similares? Bom, o aplicativo é feito e mantido por overlanders e para overlanders, ou seja, focado exatamente no que um um viajante de estrada precisa. No nosso caso o fato de possuir vários pontos para dormir gratuitamente, locais para pernoitar como postos de combustíveis, estacionamentos, e tudo com isso com a avaliação de outros viajantes o que deixa a informação ainda mais valiosa.

Outro fato legal é que mostra as facilidades que o local tem a disposição como água, wifi, banheiros e energia. Ter conhecimento destes detalhes ajuda bastante na hora de definir onde pernoitar. Achamos que o app ainda tem muito que evoluir, mas já ajuda muito a galera que vive na estrada como a gente.

O iOverlander foi desenvolvido por Sam Christansen enquanto ele estava viajando e morando na estrada, ou seja, um app feito por um viajante para as necessidades de viajantes.

Lembrando que é sempre importante ter muita precaução na escolha de onde dormir, segurança acima de tudo. Então a nossa dica é utilize o aplicativo para ajudar na escolha do local, mas não deixe de utilizar outros critérios e analisar o local propriamente dito antes de passar a noite. Colocamos no vídeo os fatores e regras que utilizamos para escolher o local 😊

O aplicativo é gratuito e tem para Android e iOS.

 

Abraços Ju e Marcel

 

Fronteira do Uruguai por Chuí – A primeira da Expedição

A fronteira do Brasil com o Uruguai foi a primeira fronteira que passamos na Expedição. Saímos de Chuí fomos para a cidade de Chuy no Uruguai.

Tínhamos combinado que faríamos todas as fronteiras da viagem durante o dia, dica que muitos overlanders repassam, mas nos empolgamos com a praia da Barra do Chuí e quando vimos já estávamos quebrando a nossa “regra”, logo na primeira hehe.

A fronteira foi bem tranquila, estacionamos o carro e fomos na aduana apresentar e carimbar os passaportes, respondemos poucas perguntas como: Para onde estávamos indo e se estávamos viajando a turismo…. logo recebemos o carimbo de entrada e fomos dispensados.

Lembrando que é possível viajar pelos países do Mercosul apenas com a carteira de identidade (RG), mas nós usamos os passaportes porque queríamos o carimbo do primeiro país.

Também apresentamos o documento do carro e a carta verde, registraram no sistema e tudo certo.

Após isso, pegamos o carro e o fiscal veio perguntar sobre a existência de carnes ou alimentos de origem animal como ovos, leites, queijos e também vegetais como frutas e verduras. Esses alimentos são proibidos em praticamente todas as fronteiras como forma de proteção da agricultura do país, para que evitar a entrada de uma doença/praga que ataque as lavouras ou criações. Mostramos os alimentos que tínhamos e ele deixou passar, acredito porque eram poucos itens. De qualquer forma, penso que é sempre melhor falar e mostrar do que depois ser pego em uma vistoria o que pode ocasionar multas. Nesse momento o fiscal também solicitou o seguro da carta verde, mostramos e ele nos liberou. Post completo sobre o seguro da carta verde aqui. 

Entramos felizes e empolgados com o novo país que tínhamos pela frente.

 

A fronteira do Uruguai foi tranquila bem diferente da nossa 1ª fronteira da Argentina. Confira a confusão no vídeo abaixo.

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Abraços Ju e Marcel

Casapueblo no Uruguai vale a pena ir?

Quem nos acompanha pelo instagram @viagensextraord sabe que curtimos muito a nossa trip pelo Uruguai, e um dos lugares que fizemos questão de voltar foi na Casapueblo…

Casapueblo é um lugar único, localizado em Punta Ballena a 13km da badalada Punta del Este, costuma entrar no roteiro de todos que visitam o famoso balneário, nós consideramos o local uma das principais atrações da região.

Nossa 1º visita a Casapueblo no inverno de 2016

Casapueblo é uma verdadeira cidadela que abriga um hotel, um museu, uma galeria de arte, um restaurante e cafeteria, além de ser o palco de um dos mais belos pores do sol do Uruguai. O local é a antiga casa de verão do artista e arquiteto Carlos Vilaró que desenhou a casa inspirada nas casas da costa mediterrânea como as gregas e também em uma ave típica do Uruguai chamado forneiro.

Na minha opinião a localização da casa contribuiu muito com a sua beleza, a península em frente ao Rio da Prata faz um casamento lindo do rio com a cidadela. No museu e na galeria de arte é possível contemplar as obras de Vilaró e todo o seu estilo artístico, há também uma emocionante homenagem ao filho do artista Carlos Miguel, um dos sobreviventes do acidente aéreo do voo 571 que caiu nos Andes em 1972 e depois inspirou um filme. Na época Vilaró patrocinou a busca pelo local de queda do avião onde seu filho estava.

O local é belíssimo, rende lindas fotos e em todo final de tarde soa um poema de Vilaró enquanto o pôr do sol brinda a todos, sem dúvidas uma experiência linda de ser vivida.

Importante ressaltar que o local não possui boa acessibilidade para cadeirantes e pessoas com locomoção limitada.

Indiferente de entrar ou não na cidadela, sempre é possível contemplar a obra do lado de fora e o pôr do sol sentado ao lado da casa. Vale a visita entrando ou não no Museu.

Então, não se esqueça de acrescentar Casapueblo ao seu roteiro do Uruguai 😉

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Abraços.

Ju & Marcel

Nosso roteiro por Montevideo

A primeira capital da Expedição no exterior. Chegamos felizes em reencontrar essa cidade  onde tínhamos tido bons momentos no passado, mas um pouco apreensivos porque cidade grande sempre é mais perigoso. Apesar de Montevideo ser uma capital que passa uma certa segurança,  estranhamos o trânsito, a quantidade de pessoas circulando, o barulho de cidade grande. Certamente estávamos mal acostumados com os últimos dias em cidades e praias tranquilas. Afinal Montevideo, ou Montevidéu (em pt-br), ficou em 1º lugar da América do Sul no ranking de Qualidade de Vida de 2018 da Mercer, ocupando a 77ª posição no ranking mundial (como referência no mundial, Brasilia ficou em 108º lugar e Rio de Janeiro em 118º).

Mas vamos ao que interessa, adoro Montevideo acho uma cidade arborizada, não é segredo nenhum que acho encantador o Rio da Prata e a Rambla que contorna a cidade. Eu estava ansiosa para andar novamente pelas ruas da Cidade Vieja e de reencontrar o Mercado do Porto, além de conhecer alguns lugares que não tivemos tempo de conhecer na viagem anterior.

Ficamos dois dias na cidade e queremos compartilhar o roteiro de fizemos. =)

Dia 01 – Parque Rodó e Rambla

Chegamos a cidade e fomos direto para o Parque Rodó, um grande parque muito frequentado pelos locais. Ele possui vários atrativos como uma galeria de arte a céu aberto, um parque de diversões, um lago com pedalinhos, uma ponte fofa e muitas pessoas sentadas no gramado mateando e conversando animadas. Aquela cena amoleceu um pouco as nossas preocupações quanto a cidade grande, parecia tudo tão seguro e convidativo, tanto que fizemos o primeiro mate da viagem lá.

Após almoçar e passear no parque Rodó acabamos indo passear para a Rambla em direção a Pocitos, nos surpreendemos com toda a atividade que estava acontecendo por toda extensão da rambla. Eram pessoas se exercitando, jogando tênis, futebol, vôlei, pessoal com skate, patins, passeando, fazendo yoga, uma orla muito diferente da que tínhamos conhecido no inverno, o verão com suas agradáveis temperaturas e dias mais longos dá vida ao lugar.

Foi ficando tarde e após um por do sol lindo na Rambla, na praia de Pocitos, uma das prainhas mais frequentadas da capital fomos até o badalado Shopping, na esperança de conseguir energia para carregar os notes. Afinal, precisávamos trabalhar… ficamos algumas horas no Mc Donald’s (que aliás ganhou nossos corações na viagem, com internet, espaço para trabalhar, ótimo atendimento e banheiros limpos), depois fomos procurar um local para pernoitar.

Tínhamos visto algumas opções no iOverlander para dormir, fomos em algumas delas mas por distintas razões optamos por não ficar nos pontos que havíamos selecionado, depois de  mais um tempinho de procura, acabamos dormindo quase em frente ao estacionamento do Farol de Montevideo, embaixo de umas palmeiras (assista aqui o vídeo de como encontramos locais para pernoitar nesta viagem). O estacionamento é gratuito e muito espaçoso, aliás, chegamos a conclusão que Montevideo é uma capital com bastante espaço, há muitas áreas de lazer espaçosas. Dormir dentro da Grandonna em cidade grande é sempre difícil, nenhum lugar passa uma confiança e a maioria dos postos de combustíveis não estava aceitando pernoite, dormimos bem no Farol mais no fundo sempre fica aquele medinho.

Dia 02 – Tour pela cidade

Começamos o dia cedinho indo conhecer o Farol de Montevideo, mas o que realmente chamou atenção foi a quantidade de gatinhos que ficam nas pedras próximo ao farol, eram muitos, muita fofura junto gente. Como praticamente todas as cidades litorâneas do Uruguai Montevideo também tem um farol, que achamos bonito apesar de aparentar ser  bem pequeno para o porte da cidade. É possível conhecer ele por dentro mas já tínhamos conhecido o de Cabo Polonio, então seguimos o passeio.

Depois fomos em direção a Cidade Velha pois queríamos visitar o Mercado do Porto ao meio dia, no meio do caminho passamos pela prefeitura de Montevideo e lembramos que ali tinha um elevador panorâmico. Na viagem anterior tínhamos ido até a prefeitura apenas para conhecer ele e estava fechado, mas desta vez estava aberto então paramos para conhecer e tivemos uma boa surpresa ao ver que além do elevador panorâmico com uma linda vista da cidade também tinha um terraço em cima do prédio com explicações sobre a história dos edifícios mais icônicos da capital que podiam ser vistos dali. Que fantástica idéia, ficamos lá um bom tempo aprendemos mais sobre a cidade e localizando os prédios. Ah, o acesso é gratuito.

Saindo da prefeitura e resolvemos ir direto para o Mercado do Porto, passamos reto pela rua Sarandi mesmo com muita vontade de parar e apreciar toda a sua movimentação.  O Mercado do Porto, ou Mercado del Puerto, é um dos principais pontos gastronômicos da cidade, lá as vitrines de carnes, o cheirinho da Parrilla e o burburinho das pessoas fazem do local uma atração imperdível. Mesmo que você não pretenda comer lá, vale a pena a visita pois ali está estampado a cultura gastronômica uruguaia. Saímos do Mercado do Porto famintos (orçamento baixo não nos permitiu comer ali desta vez) e resolvemos agora curtir a rua Sarandi com seus barzinhos, restaurantes, barraquinhas na rua dos mais variados produtos, no fim pegamos até um casamento que estava acontecendo na rua, eita rua movimentada.

Quase no início dela chegamos a uma livraria que eu queria conhecer fazia um tempo, a Puro Verso, com uma arquitetura clássica e muitos exemplares de livros. Adorei ficar ali descobrindo os títulos em espanhol naquele clima que só livrarias tem.

Para almoço queríamos comer algum lanche de rua e acabamos escolhendo mal, pedimos uma Hamburguesa que de rua, parecia ser muito boa, mas só parecia… fica a dica pelo Choripan, é bem melhor😉. Tivemos que completar nosso almoço, entao passamos no mercado para comprar alfajores, sanduíches naturais e acabamos fazendo um piquenique em plena praça Independência, sim a principal da cidade. Isso que eu acho legal de Montevideo a cidade te passa uma segurança, um conforto eu diria, foi ótimo descansar um pouco ali, comer na sombra de uma grande palmeira na frente da estatua do General Artigas vendo as pessoas passarem na praça, turistas fotografando… duvido restaurante na cidade com uma vista mais icônica que aquela haha.

Terminado o piquenique fomos apreciar a porta da cidadela da cidade velha que foi preservada sendo da época em que a cidade ainda era murada. Depois fomos no Mausoléu do General Artigas gravar. Infelizmente não deu tempo de ir novamente no teatro Solis ou de visitar o museu dos Andes que eu gostaria de ir, mas cidade grande é assim, poderíamos ficar uma semana que ainda ficaria algo de fora. Pensando pelo lado bom pelo menos ficam motivos para voltar um dia. Montevideo para mim sempre será uma cidade em que o novo pede espaço para o velho sem tirar o brilho do mesmo.

Essa foi a nossa experiência na cidade, ficamos pouco tempo pois já conhecíamos parte dela e optamos por não repetimos alguns lugares.

Conhece a capital do Uruguai, tem dicas? Compartilha com a gente 😉

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Feira de San Telmo: A maior de Buenos Aires

Eu amo feiras em cidades, acho uma excelente forma de conhecer a cultura local. Eu já tinha ouvido vários relatos de como esta feira é famosa, como ela atrai milhares de pessoas todo domingo e como era interessante a parte dos antiquários. Além disso, a feira ocorre próximo ao Banco da Mafalda, sou super fã dela e este era um dos pontos que gostaria de visitar na nossa breve passagem pela capital portenha.

Então, domingo depois de conhecer o cemitério da Recoleta (leia sobre a nossa experiência aqui) fomos em direção ao Bairro de San Telmo, mais precisamente em direção à Praça Dorrego, nas ruas Defensa e Humberto 1. Desde 1970 esse local é palco da feira mais famosa da cidade que recebe mais de 10 mil pessoas todo domingo.

Na praça está concentrada a maioria das barracas de antiquários. De talheres de prata, lustres e bandejas à coleções de moedas, ferramentas e bibelôs. Notamos que a maioria das barracas tinham idosos cuidando e ficamos nos perguntando se aqueles itens poderiam ser pessoais da família, que rico ver aqueles objetos pessoalmente.

A feira se estende pela rua Defensa e Humberto 1 com inúmeras barraquinhas de artesanato, souvenires de viagem, comida, roupas e sapatos… de produtos chineses ao artesanato local, em alguns pontos da rua tem shows de tango, de mimicas, cantores e atores interagindo. Some tudo isso a uma verdadeira multidão de turistas e tens a Feira de San Telmo. Fomos no final da manhã e o cheirinho dos quitutes que vendiam na rua foi uma tentação, em alguns pontos da rua se formava verdadeiras multidões. Nos alertaram sobre os batedores de carteira, então cuidado.

A rua Defensa também possui grandes lojas de antiquário, uma viagem no tempo das elegantes casas da capital, dos ambientes requintados, pode ser uma excelente opção para quem procura itens de decoração, vimos também algumas galerias de artes com quadros deslumbrantes e únicos.

Uma loja que chamou nossa atenção também foi a Mundo do Doce de Leite, eles vendem e distribuem provas de praticamente todos os doces de leite feitos na Argentina, uma delícia. E tem alguns bem exóticos com frutas, sem açúcar e até com leite de cabra…

O nosso doce de leite preferido foi o Patagônian 🙂

Durante a semana a rua continua sendo uma boa opção para compras devido as lojas de antiquários e algumas lojinhas descoladas de decoração.

Adoramos a nossa experiência pela feira, pelo menos até chegar ao nosso carro, mas isso é outra história.

Horário das 10 às 17 horas somente aos domingos.

 

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Beijos Ju & Marcel

 

 

O mágico Jardim Japonês de Buenos Aires

No meio da capital portenha com mais de 2 milhões de pessoas, há um lugar tranquilo e calmo que inspira a contemplação, um verdadeiro reflexo do outro lado do mundo. O Jardim Japonês é uma excelente atração da região de Palermo, reduza o ritmo e mergulhe na cultura oriental.

Como praticamente todo Jardim Japonês, o lugar é lindo, extremamente bem cuidado e os detalhes soltam aos olhos, eu particularmente sou apaixonada por jardins como este.

Os ímbolos da cultura japonesa estão presentes por todo o parque, tudo em equilibro e harmonia. O grande lago com carpas gigantes, as pontes vermelhas, os detalhes arquitetônicos e culturais deste povo tão fascinante fazem do jardim um local ideal para caminhar, contemplar e até meditar.

Um corredor de Sakuras (árvore das cerejeiras) me fez imaginar que incrível deve ser quando estão floridos, há pedras no caminho para sentar e desfrutar daquela paisagem relaxante e revigorante.

O local possui um restaurante e uma casa de chá tradicional, uma espécie de floricultura e um minimuseu.

O Jardim Japonês tem uma extensa agenda de atividade, aulas de manga e anime, origami e bonsai entre outras, além de exposições, oficinas e palestras tudo relacionado a rica cultura japonesa. Confira o calendário de atividades no site oficial do parque.

Mapa do Jardim Japonês

Entrada

Pagamos $120,00 pesos argentinos para entrar. Menores de 12 anos não pagam. Na portaria principal aceitam cartão de crédito.

Todo o dinheiro arrecadado é destinado a manutenção do parque, que é administrado pela Fundação Cultural Argentino Japonesa.

Como chegar

O Jardim Japonês está localizado nos Bosques de Palermo. Na Avenida Figueroa Alcorta e Avenida Casares.

Horário: Diariamente das 10 às 18 horas.

Linhas de ônibus:15, 37, 59, 60, 67, 93, 95, 102, 108, 118, 128, 130, 141, 160 e 188.

Linha de metro D: Estação Scalabrini Ortiz (caminhada de 8 quarteirões).

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